Terça-feira, Setembro 12, 2006

A Mão Naquilo - Quaresma



Beta

Segunda-feira, Setembro 11, 2006

Qual é a verdade?

Todos os anos com o chegar do dia 11 de Setembro somos inundados pelas imagens dos ataques aos Estados Unidos – o ataque às Torres Gémeas e as suas quedas, o ataque ao Pentágono, a história heróica do Voo 93.

Na madrugada do dia 11 passou na RTP um documentário diferente de todos os que costumam passar nas televisões nacionais e estrangeiras - 11 DE SETEMBRO: CONSPIRAÇÃO INTERNA – “LOOSE CHANGE” . Este documentário mostrava como os ataques do 11 de Setembro podem ter sido feitos pelos próprios americanos. Eu nãotinha visto o documentário e por isso cheguei a casa e comecei a procurar informação, primeiro em sites e depois em vídeos. E se pensava que era impossível eles terem feito isso a eles próprios, apesar de ser do conhecimento geral que o Governo americano sabia da existência do ataque e nada fez para o impedir, com os vídeos, um deles sendo aquele que passou na rtp, começo mais a acreditar nesta teoria.

Deixe-vos alguns links para vídeos e sites e tirem as vossas conclusões.
VIDEOS
9/11 In Plane Site
SITES
Os textos sobre esta teoria :
Publicado no Le Monde Diplomatique



Beta

Domingo, Setembro 10, 2006

Uma noite memorável



4 de Setembro de 2006

Eram sensivelmente 8 da matina(!!!) quando chegámos ao espaço do Pavilhão Atlântico. Descobrimos que éramos os segundos a chegar. Objectivo comprido. À nossa frente apenas um casal, malta fixe. E ainda faltavam 11h para as portas abrirem. Entretanto foi chegando mais gente, o calor foi apertando e as horas passavam lentamente.

Finalmente 19h. Abrem-se as portas. As tampas bem escondidas não serviram de nada, "Meta a água no copo sff".

Entrámos no espaço onde iríamos presenciar os grandes Pearl Jam. Aos poucos e poucos o recinto foi enchendo e às 20.30h começou o concerto da banda que tem feito a abertura do espectáculo dos Pearl Jam, os My Morning Jacket.
Se eram uma banda que supostamente deveria "aquecer" o pessoal para o show principal, deixaram muito a desejar. Apesar de terem lançado um álbum que foi considerado pela revista Rolling Stone como "one of the year's best rock albums", o concerto de cerca de 45min ficou aquém das expectativas, talvez por a ansiedade de ver os Pearl ser tanta que não havia paciência para "aturar" outras bandas. Queríamos era ver o Eddie. o Jeff, o Mike, o Stone e o Matt.


E assim foi...Por volta das 22h deu inicio com Wasted Reprise, retirado do último álbum, o melhor concerto da minha vida.
Esperava-se um concerto que viesse pôr o último álbum no palco, mas não foi isso que aconteceu. Foi um concerto de clássicos que deliciou todos os presentes. Era isto o que queríamos e foi o que tivemos.
O público, como sempre, esteve no seu melhor e a banda retribuiu com um contacto constante com o público. De salientar que durante todo o concerto o grande Eddie Vedder, vocalista da banda, não parou. Com os seus 42 anos muita adrenalina corria naquelas veias, talvez pela ajuda do belo vinho que ia bebendo ;)
Lindo foi ver e ouvir este mesmo senhor a falar português. E que se engane quem pensa que foram apenas umas frasezinhas, ele até contou uma história referente aos marinheiros portugueses e disse aquilo que ficaria como a frase do concerto:

"Vocêis...san...do...cara..cara...carall..lho" - Seguido de um delírio total do público e das risadas da banda no palco.

Nas duas ultimas canções interpretadas: Baba O'Riley e Yellow Ledbetter as luzes do recinto acenderam-se e iniciava-se um fim que não se queria...apesar de 2h20 de concerto, queria-se mais. Não houve, mas saímos mais do que satisfeitos, de facto, completamente rendidos a um espectáculo que só quem lá esteve percebe que cada minuto era vivido na total loucura tanto pela banda com pelos fãs.

Chegou ao fim. E a vontade de ir comprar o bilhete para o dia seguinte passou-nos por momentos pela cabeça, queríamos reviver aquele momento outra vez. Infelizmente somos pobres por isso não houve bilhete para ninguém.

Passado uma semana ainda se revive o momento com os vídeos no youtube (:D) e espera-se que saia o bootleg do concerto.




Set List

Set 1

Wasted Reprise

life Wasted

Animal

Corduroy

Severed Hand

World Wide Suicide

Even Flow

I Am Mine

God's Dice

Given to Fly

Do the Evolution

Wishlist

Lukin

Not for you(Modern Girl)

Comatose

Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town

Jeremy

Why Go

Encore 1

Last Kiss

Inside Job

Black

Crazy Mary

Alive

Encore 2

Big Wave

Better Man

Leash

Baba O'Riley

Yellow Ledbetter

Beta

Quarta-feira, Agosto 09, 2006

Paris.......


Paris... a Cidade das Luzes. Maravilhosa, magnífica, fabulosa... e tantas outras coisas....
...Decididamente voltarei a visitá-la.....





Joana

Segunda-feira, Julho 17, 2006

Hunny

«19 de Janeiro de 2006 :

As luzes estão apagadas e está tudo morto, reflectindo o destino dela. E quem diria que eras a última luz acesa no meio de tanta vida inútil, que o meu primeiro conto-de-fadas vai acabar num intervalo de tempo não maior que a minha estagnação perpétua; e vai ser em silêncio. Não. Não sem antes ter a certeza de que vi o príncipe, e vi a espada, e não haviam cavalos brancos que a pudessem ajudar; e tão poucas são as cores que a rodeiam agora, volta e meia nem acredito que podia ter sido diferente. Mas acabou. Acabaste e ainda por aí estás, num impasse incrível, e ninguém te diz que te vais fundir com todos os outros; e tudo acontece por uma razão. One down, and no one cared; two down, but she’s not scared; catorze anos que ficaram comigo desde que me disseram que assim te construíste; e assim criei, comecei a dar vida a, nasci o meu próprio mundo, em que tudo era perfeito como era negro; e segui-te por várias vezes, fui-te uma ou outra, tornei-me em ti apenas para perceber que nada, nada disso teve significado. E será que tu sabes, mesmo? Que és um exemplo que nunca deixou de marcar a página, picar o ponto – e pareceu uma eternidade – 30 anos, 40, nunca 50. A nossa vez chegou, não me digas que nunca foi tarde demais para te agradecer – porque nunca te disse o porquê. Em toda aquela futilidade, nunca pensei, não me ocorreu, que um sorriso pudesse realmente encher uma sala de algo verdadeiro. E tudo o que disser a partir de agora é reflexo. Por favor, não o faças. “por favor”. “E já agora, se não te importasses, podíamos ficar aqui para sempre - sê eterna.” E, ruidosamente, tudo vai ser distante, e lá terei por resgatada a minha humanidade. Assim começa outra vida. Um choque. Um corte. “consegues ver o castelo”, disseste, “eu não acredito em Deus”.

Nunca mais te vou ouvir dizer(...) »

(peço desculpa pelo post sentimental-não-sentimental, mas nunca tive muito jeito para conciliar sentimentos/escrita-que-preste. And I just had to.)

Nata

17 de Julho de 2006: Requiescat in pace.

Domingo, Junho 25, 2006

A arte de bem andar

Saber andar correctamente na via publica é uma arte.
O curso passa por aulas teóricas e práticas onde você é o actor principal.
O curso está dividido em 3 níveis de dificuldade crescente. Quando acabar o curso sentir-se-á bem consigo próprio e menos pessoas vão mandá-lo à merda.


Nível 1
Para iniciação, o objectivo principal é dar-lhe as indicações base para que nos outros níveis se sinta mais à vontade. Neste nível o limite de velocidade é mínimo (nada de passos rápidos, mas também não vale passar por caracol).

Neste nível você estará apenas com a roupinha que deus lhe deu
Como ainda estamos no início, este nível requer apenas que faça tudo o que lhe pedirmos sempre numa e só UMA direcção…em frente.

Instruções:
Sempre um pé à frente do outro.
Lembre-se que a via publica não é uma passerelle.
A via pública não lhe vai comer os pés, por isso o seu queixo terá que se encontrar paralelo ao chão.
Ao andar dê passos NORMAIS, ou seja, não faça passos de bebé nem a espargata.


Nível 2
Após um a tarefa arrojada de fazê-lo voltar a relembrar como dava os primeiros passos, passamos para algo ainda mais difícil. O propósito deste nível é fazê-lo perceber que, por mais estranho que lhe possa parecer, VOCÊ NÃO É O ÚNICO NA VIA PÚBLICA (!!!!), logo terá que aprender a respeitar o outro. Novamente estará apenas com a sua roupita. A velocidade neste nível vai aumentado à medida que se for sentindo mais confortável.

Instruções:
Leve em conta tudo o que aprendeu no nível passado.
Ande uns metros em frente e quando se aperceber que tem que mudar de direcção efectue a manobra. Relembramos que as nádegas não têm pisca e por isso esta manobra deve ser feita com precaução de modo a não atrapalhar a trajectória dos restantes transeuntes.
Saia de transportes públicos, prédios ou estabelecimentos comerciais com a sua meta traçada, de forma a não parar em sítios impróprios a divagar na sua cabecinha para onde quer ir. Só estará a atrapalhar as restantes pessoas.


Nível 3
Se chegou a este nível foi porque trabalhou muito para isso, mas o curso ainda não acabou.
Neste nível, difícil, irá ter consigo um saco de compras. Queremos que ponha em prática tudo o que aprendeu mas que tenha em mente que o saco faz parte de si.

Instruções:
Efectue todas as manobras a uma velocidade considerável.
O saco não pode bater em nenhuma pessoa.
Aqui, o truque é conseguir fazer duas coisas ao mesmo tempo: andar e movimentar o braço que leva o saco, de maneira que este evite todo e qualquer obstáculo.

E chegou ao fim. Parabéns.

Agora aventure-se na via pública e lembre-se que ela é sua amiga. Respeite-a.

Beta

Quarta-feira, Junho 21, 2006

Wishlist



"I wish, I wish, I wish, I wish..
I guess it never stops.."

...

Nata

*

..and I don't need another kind of green to know, I'm on the right side with you.